💬 Dúvidas clínicas frequentes
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Ir ao FAQGuia clínico de atenção ao paciente com doença de Chagas baseado nos protocolos vigentes para diagnóstico, tratamento e acompanhamento.
Fonte: Norma Técnica e Manual de Procedimentos para a Abordagem da Prevenção, Controle e Atenção da Doença de Chagas (MINSA, 2013, Normativas 110 e 111)
Coletam-se 2-3 ml de sangue com e sem anticoagulante em maiores de 1 ano, ou 3 capilares heparinizados em menores de 1 ano; a amostra é enviada em 6 horas a 4-8 °C (máximo 48 horas) (Manual 111, Proc. 6.2-6.3).
Coletam-se 1-3 ml de sangue de cordão ou 3 capilares do calcanhar; o exame é um microhematócrito (ou gota fresca) (Manual 111, Proc. 8).
Fonte: Norma Técnica e Manual de Procedimentos para a Abordagem da Prevenção, Controle e Atenção da Doença de Chagas (MINSA, 2013, Normativas 110 e 111)
Fonte: Norma Técnica e Manual de Procedimentos para a Abordagem da Prevenção, Controle e Atenção da Doença de Chagas (MINSA, 2013, Normativas 110 e 111)
Deve ser mantida de forma permanente após o tratamento para evitar reinfecções (Norma 110, p. 43; Manual 111, 17.7).
Fonte: Norma Técnica e Manual de Procedimentos para a Abordagem da Prevenção, Controle e Atenção da Doença de Chagas (MINSA, 2013, Normativas 110 e 111)
Um parasitológico positivo confirmado pelo Laboratório Departamental é um caso congênito confirmado. Em crianças de 12 meses ou mais exige-se ELISA de antígenos brutos positivo e ELISAr confirmatório (Manual 111, Proc. 8.5-8.8).
Fonte: Norma Técnica e Manual de Procedimentos para a Abordagem da Prevenção, Controle e Atenção da Doença de Chagas (MINSA, 2013, Normativas 110 e 111)
Manual 111, 16.7.
Fonte: Norma Técnica e Manual de Procedimentos para a Abordagem da Prevenção, Controle e Atenção da Doença de Chagas (MINSA, 2013, Normativas 110 e 111)
Fonte: Norma Técnica e Manual de Procedimentos para a Abordagem da Prevenção, Controle e Atenção da Doença de Chagas (MINSA, 2013, Normativas 110 e 111)
Inclui a instalação do sistema, a notificação comunitária de triatomíneos e a estratificação das comunidades em grupos A (mais de 5 % das casas com notificação) e B (Manual 111, Proc. 23-26). O controle vetorial é regido pela Normativa 213 (2024), que inclui triatomíneos, borrifação do grupo A (100 % das casas) ou seletiva do grupo B e um índice de notificação comunitária de 0,1-4,9 %.
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