💬 Dúvidas clínicas frequentes
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Ir ao FAQGuia clínico de atenção ao paciente com doença de Chagas baseado nos protocolos vigentes para diagnóstico, tratamento e acompanhamento.
Fonte: Manejo etiológico da doença de Chagas. Protocolo (MSP, 2017, AM 0070-2017) e Manual de vigilância e controle da doença de Chagas no Equador (MSP/INSPI, 2020)
Sensibilidade dos métodos do INSPI (Protocolo 2017, Tabela 2):
Na fase aguda, se as primeiras amostras forem negativas e a suspeita persistir, as provas diretas devem ser repetidas três dias consecutivos (§11.9).
Fonte: Manejo etiológico da doença de Chagas. Protocolo (MSP, 2017, AM 0070-2017) e Manual de vigilância e controle da doença de Chagas no Equador (MSP/INSPI, 2020)
Fonte: Manejo etiológico da doença de Chagas. Protocolo (MSP, 2017, AM 0070-2017) e Manual de vigilância e controle da doença de Chagas no Equador (MSP/INSPI, 2020)
Fonte: Manejo etiológico da doença de Chagas. Protocolo (MSP, 2017, AM 0070-2017) e Manual de vigilância e controle da doença de Chagas no Equador (MSP/INSPI, 2020)
A sorologia para T. cruzi deve fazer parte dos exames de rotina do estudo pré-natal nas áreas de alto risco, e em qualquer região do país para gestantes que cumpram algum destes critérios:
O triplo propósito é o tratamento precoce do produto da gestação, a prevenção de casos congênitos em gestações posteriores e a captação de um caso crônico de curta evolução.
Fonte: Manejo etiológico da doença de Chagas. Protocolo (MSP, 2017, AM 0070-2017) e Manual de vigilância e controle da doença de Chagas no Equador (MSP/INSPI, 2020)
Nas zonas endêmicas é atividade prioritária a detecção ativa de crianças soropositivas nos primeiros anos da fase crônica, com campanhas de sorologia em menores de 15 anos em cantões com risco de transmissão vetorial recente (Manual 2020, §1.18.2).
Fonte: Manejo etiológico da doença de Chagas. Protocolo (MSP, 2017, AM 0070-2017) e Manual de vigilância e controle da doença de Chagas no Equador (MSP/INSPI, 2020)
Diante de uma reação adversa, continua-se o tratamento com medidas sintomáticas ou interrompe-se de forma temporária ou definitiva, conforme as Tabelas 10 e 11. Toda suspeita é notificada na ficha do Anexo VI, conforme a Resolução ARCSA-DE-020-2016-YMIH (Registro Oficial 856, 6/10/2016), que obriga todos os profissionais de saúde; o relato é enviado a farmaco.vigilancia@controlsanitario.gob.ec (Protocolo 2017, §11.12 e Anexo VI).
Fonte: Manejo etiológico da doença de Chagas. Protocolo (MSP, 2017, AM 0070-2017) e Manual de vigilância e controle da doença de Chagas no Equador (MSP/INSPI, 2020)
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